Teologia Mórmon da Libertação

2. Agosto 2011 § Deixe um comentário

Teologia da Libertação é uma corrente teológica que engloba diversas teologias cristãs[1] desenvolvidas no Terceiro Mundo ou nas periferias pobres do Primeiro Mundo a partir dos anos 70 do século XX, baseadas na opção preferencial pelos pobres contra a pobreza e pela sua libertação. Desenvolveu-se inicialmente na América Latina.

Estas teologias utilizam como ponto de partida de sua reflexão a situação de pobreza e exclusão social à luz da fé cristã. Esta situação é interpretada como produto de estruturas econômicas e sociais injustas, influenciada pela visão das ciências sociais, sobretudo a teoria da dependência na América Latina, que possui inspiração marxista.

A situação de pobreza é denunciada como pecado estrutural e estas teologias propõem o engajamento político dos cristãos na construção de uma sociedade mais justa e solidária, cujo projeto identifica-se com ideais da esquerda. Uma característica da Teologia da Libertação é considerar o pobre, não um objeto de caridade, mas sujeito de sua própria libertação. Assim, seus teólogos propõem uma pastoral baseada nas comunidades eclesiais de base, nas quais os cristãos das classes populares se reúnem para articular fé e vida, e juntos se organizam em busca de melhorias de suas condições sociais, através da militância no movimento social ou através da política, tornando-se protagonistas do processo de libertação. Além disto, apresentam as Comunidades Eclesiais de Base como uma nova forma de ser igreja, com forte vivência comunitária, solidária e participativa.

Por seu método e opções políticas, trata-se de uma teologia extremamente controversa, tanto pelas suas implicações nas igrejas quanto na sociedade. A partir dos anos 1980, com a redemocratização das sociedades latino-americanas e a queda do muro de Berlim com consequente crise das esquerdas e as transformações sociais e econômicas provocadas pela globalização e o avanço do neoliberalismo esta teologia perdeu parte de sua combatividade política e social. (Origem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_da_Liberta%C3%A7%C3%A3o)

Também ler (em Inglês): “Teologia da Libertação no Livro de Mórmon” por Dennis R. Potter.

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Língua Internacional Esperanto

4. Julho 2011 § 1 Comentário

Clique aqui para saber mais sobre a língua internacional Esperanto.

Esperanto é a língua planejada mais vastamente falada.
Seu iniciador, Ludwik Lejzer Zamenhof, publicou a versão inicial do idioma em 1887, com a intenção de criar uma língua de mais fácil aprendizagem, que servisse como língua franca internacional, para toda a população mundial (e não, como muitos supõem, para substituir todas as línguas existentes).

O esperanto é empregado em viagens, correspondência, intercâmbio cultural, convenções, literatura, ensino de línguas, televisão e transmissões de rádio. Alguns sistemas estatais de educação oferecem cursos opcionais de esperanto, e há evidências de que auxilia no aprendizado dos demais idiomas.

Há mesmo um site internet mormon em esperanto !

Não-Violência

1. Junho 2011 § Deixe um comentário

Não-Violência refere-se a uma série de conceitos sobre moralidade, poder e conflitos que rejeitam completamente o uso da violência nos esforços para a conquista de objetivos sociais e políticos. Geralmente usado como sinônimo para pacifismo, a partir do meio do século XX o termo não-violência passou a ser aplicado também para designar conflitos sociais que não utilizavam o uso de violência, assim como movimentos políticos e filosóficos que também utilizam os mesmos conceitos.

O termo não-violência é comumente associado à luta pela independência da Índia, que foi liderada por Mahatma Gandhi, e à luta pelos direitos civis dos estadunidenses de origem africana, liderada por Martin Luther King. O movimento realizado na Índia foi fortemente influênciado pelas idéias de não-violência de Henry David Thoreau e do anarquismo cristão de Leon Tolstoy.
 
No mundo atual, a não-violência vem sendo amplamente utilizada em movimentos pelo trabalho, pela paz, pelo meio ambiente e pelos direitos das mulheres. No entanto, uma outra maneira de utilizar a tática de não-violência é com o intuito de direcionar a opinião pública (principalmente a internacional) contra regimes políticos extremamente repressivos, expondo ao mundo os excessos cometidos contra manifestações de cunho pacífico. Teoricamente, isto faria com que a comunidade internacional passasse a pressionar os dirigentes destes regimes opressivos.

O estudioso da não-violência Gene Sharp, em seu livro “The Politics of Nonviolent Action”, sugere que a completa ausência de estudos sobre o tema no meio acadêmico de história, pode ser o reflexo de que as técnicas que visam conquistas sociais não são do interesse da elite. Esta acreditaria muito mais nos armamentos e no poder do dinheiro do que na capacidade de mobilização organizada de uma comunidade.

Como funciona a Não-violência?O uso da não-violência numa luta social é radicalmente diferente das idéias convencionais sobre resolução de conflitos. Contudo, uma série de conhecimentos que fazem parte do senso-comum de uma sociedade podem ser considerados como práticas de não-violência, tais como:

O poder daqueles que dirigem uma nação depende da aderência e consentimento dos cidadãos comuns. Sem uma burocracia, um exército ou uma força policial para pôr em prática os objetivos estipulados pela classe dominante, as leis perdem força quando não encontram respaldo no cidadão comum. A não-violência nos ensina que o poder depende da cooperação de outros tantos, assim, a não-violência faz desmoronar o poder dos dirigentes quando consegue extinguir grande parte desta cooperação.

Um outro conceito que faz parte do senso-comum é o de que somente através de um meio justo conseguiremos alcançar um fim justo. Quando Gandhi expressou que o meio pode ser comparado a uma raiz, e o fim a uma árvore, ele estava referindo-se ao objeto central de uma filosofia que alguns denominam de “Política Prefigurativa”. Assim, aqueles que propõem a não-violência explicam que as ações tomadas no presente inevitavelmente irão repercutir na forma como a sociedade se organizará no futuro. Eles argumentam que seria irracional conceber uma sociedade pacífica através do uso da violência.

Alguns divulgadores da não-violência, como os Anarquistas Cristãos e os Ativistas Humanistas, defendem que devemos respeitar e amar os nossos oponentes. Este é o princípio que mais se aproxima das justificativas religiosas e espirituais para a não-violência, como pode ser visto no Sermão da Montanha quando Jesus Cristo clama aos seus seguidores “amai vossos inimigos”, ou no conceito Taoísta do wu-wei, ou na filosofia da arte marcial Aikido, ou no conceito budista de metta (amor fraterno entre todos os seres vivos) e no princípio de ahimsa (não-violência entre todos os seres vivos), que também está presente no hinduísmo.

Espiritualidade Mórmon Liberal

1. Maio 2011 § Deixe um comentário

A family in Brazil sings: “Families can be Forever”
Families can indeed be forever, but can they economically survive in developing countries around the world where the rich become richer and the poor poorer?
Liberal Mormon.net : The scriptures of the Restoration are emphatic in preaching economic equality. A celestial life, we are told, requires people to be equal in temporal, not only spiritual, things (D&C 78:6-7). The fact that some people possess more than others causes the world to lie in sin (D&C 49:20). God’s plan for stewardship calls for distributing the earth’s goods on the basis of need, lifting up the poor by bringing low the rich (D&C 104:15-18). These teachings push the Saints to work toward eliminating poverty in the name of equality, justice, and Christ-like love.

 O QUE É ESPIRITUALIDADE MÓRMON LIBERAL?

Põe a tua confiança naquele Espírito
que leva a fazer o bem.
Doutrina & Convênios 11:12

Você já sentiu o Espírito tocando a sua vida através do mormonismo, mas acha difícil aceitar certos ensinamentos SUD como literais e como verdades imutáveis? Você se preocupa com o fato de que demasiada ênfase em obediência, autoridade, programas e regras da igreja, ou pureza de doutrina podem sufocar princípios de compaixão, serviço, progresso, livre arbítrio, revelação pessoal ou justiça social? Se assim for, então você pode ter o que tem sido denominado de uma visão religiosa “liberal”.

Nossso Pai Celestial é muito mais liberal em Sua visão
e ilimitado em Sua misericórdia e bênçãos,
acreditar e receber.
Joseph Smith *

Rótulos como “conservativo” e “liberal” são problemáticos. Seus significados são relativos e muitas vezes são usados como termos pejorativos. No entanto, este website irá promover uma espiritualidade liberal e auto-consciente, fundada na tradição Mórmon. Este website não é sobre política, teologia, história da igreja ou estudo crítico das escrituras. Ao contrário: A pergunta básica impulsionando este website é: Onde, dentro da tradição Santo dos Últimos Dias, está o Espírito trabalhando? Em outras palavras; Como os ensinamentos e práticas SUD promovem crescimento espiritual e nos inspiram a fazer o bem?

Vila Autodromo – Rio de Janeiro

21. Abril 2011 § Deixe um comentário

Many residents of the Vila Autodromo slum in Rio de Janeiro have lived there for forty years. Now they are forced to move because the area will be used for the Olympic Games in 2016.

This video is part of the Amnesty International http://www.SlumStories.org project. An online videochannel about the life in slums in different parts of the world.

All videos can be watched with English, Arab, French, Spanish, German and Dutch subtitles.

O Coro do Tabernáculo Mórmon: “Truth is marching!”

15. Abril 2011 § Deixe um comentário

Um vídeo sobre o Coro do Tabernáculo Mórmon, Gordon B. Hinckley, Martin Luther King, Mahatma Gandhi, Desmond Tutu e Aung San Suu Kyimet.

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